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Videocast AME-SE: Mulheres no Esporte

Neste episódio, Mira Graçano conversou com Mari Santilli — atleta paralímpica da canoagem, Joycenara Batista — ex-atleta olímpica do basquete e Luca Glaser — triatleta, sobre os desafios que as mulheres enfrentam no esporte, conquistas e momentos que marcaram suas carreiras. Um bate papo descontraído e inspirador para as novas gerações de atletas. Confira!

O formato foi desenvolvido com exclusividade pela EPR Conteúdos Estratégicos.
Agradecemos à TV Paraná Turismo pelo suporte nas gravações dos Videocasts AME-SE. 
Este episódio foi gravado em 28/03/2022

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Videocast AME-SE: Violência Psicológica 

Neste episódio, Mira Graçano conversou com
Selene Almeida — Presidente Estadual do Movimento Virada Feminina,
Walquiria Onete Gomes — Psicóloga do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) e
Mariana Martins Nunes — Coordenadora do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres (NUDEM) da Defensoria Pública do Estado do Paraná, sobre violência psicológica, suas consequências, aspectos legais e onde buscar ajuda para o enfrentamento da violência contra a mulher.

O formato foi desenvolvido com exclusividade pela EPR Conteúdos Estratégicos. Este episódio foi gravado em 13/12/2021. Agradecemos à TV Paraná Turismo pelo suporte nas gravações dos Videocasts AME-SE.

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Videocast AME-SE: Empreendedorismo Feminino 

Neste episódio, a jornalista Mira Graçano conversa com
Dianalu de Almeida, Coordenadora Estadual de Empreendedorismo Feminino do SEBRAE/PR,
Luciana Burko, Presidente da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios e
Luana Gomes, Vice-presidente da CUFA/PR sobre os desafios do empreendedorismo feminino.

O formato foi desenvolvido com exclusividade pela EPR Conteúdos Estratégicos. Este episódio foi gravado em 08/11/2021. Agradecemos à TV Paraná Turismo pelo suporte nas gravações dos Videocasts AME-SE.

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Videocast AME-SE: Direitos da Mulher

Neste episódio, Mira Graçano conversou com Mara Sperandio — Chefe do Departamento de Garantias dos Direitos da Mulher da Sejuf, e Carina Zanier — Presidente do Instituto Dr. Ney Leprevost. Elas falam sobre a carência de informação e a importância do portal Ame-se. O DGDM, os cuidados que a gestão do Paraná oferece, e as diferentes violências que vitimizam as mulheres também foram assuntos do papo.

Assista e conheça mais sobre o Ame-se — O portal da mulher paranaense.

Ah, lembre-se de fazer sua inscrição no canal. O formato foi desenvolvido com exclusividade pela EPR Conteúdos Estratégicos.​​​​​​

 


Videocast AME-SE: Empoderamento Feminino

Silvane Farah, Coordenadora do Departamento de Garantias dos Direitos da Mulher, e Priscilla Dalmarco, maquiadora, filósofa e mestre em educação que desenvolve projetos de automaquiagem e de escuta para vítimas de violência, conversam com a jornalista Mira Graçano neste episódio.

Elas falam sobre as diferentes faces do empoderamento feminino: autonomia, realidade das mulheres, autoimagem, consciência e autocuidado. Assista e veja também por que o Ame-se — o portal da mulher paranaense — é importante para dar voz e vez às mulheres.

O formato foi desenvolvido com exclusividade pela EPR Conteúdos Estratégicos. Este episódio foi gravado em novembro de 2021.
Agradecemos à TV Paraná Turismo pelo suporte nas gravações dos Videocasts AME-SE.

 


O videocast do AME-SE já está no ar! 

Você pode assistir agora mesmo ao episódio de estreia com Luciana Saito Massa, Primeira Dama do Paraná, conversando com a jornalista Mira Graçano.

O papo foi sobre o Conselho de Ação Solidária, a importância das pautas femininas para a gestão do estado, e a atuação das primeiras damas nas melhorias sociais e nas conquistas das mulheres. Luciana também conta por que se encantou pelo Ame-se — O portal da mulher paranaense, e porque você também deve conhecer esse projeto.

Confira, é no Youtube do Ame-se. Aproveite e inscreva-se no canal.

O formato foi desenvolvido com exclusividade pela EPR Conteúdos Estratégicos

Quer saber mais? Basta navegar pelas seções do Ame-se.

 


Procrastinação

 

DIREITO DAS MENINAS

 

PROCRASTINAÇÃO

Como vencer a procrastinação, superar os medos e empreender

A tão sonhada liberdade financeira, muitas vezes, vem carregada de medo, insegurança e procrastinação na hora de começar um novo negócio. E quando se trata de mulheres na carreira empreendedora, soma-se a esses desafios o preconceito, a autocobrança, a falta de incentivo e apoio social e, em muitos casos, a responsabilidade de múltiplas jornadas.

Por isso, separamos três dicas que podem ajudar você, mulher empreendedora, a tirar do papel o sonho do
seu próprio negócio:

  • Liste quais são as suas habilidades e as suas limitações. Dessa forma, você vai conseguir visualizar quais pontos precisa melhorar ou desenvolver.
  • Crie pequenos hábitos para superar a procrastinação, como manter o foco no que é mais importante.
  • Busque instituições que ajudem na sua especialização e orientem a como conduzir a sua marca e negócio.

Para encontrar diversos cursos que ajudam na hora de empreender ou de se desenvolver, visite:
http://www.amese.pr.gov.br/Pagina/CAPACITACAO

Não deixe para depois o que pode ser feito agora.

DIREITO DAS MENINAS

A igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas foi estabelecida pela ONU como um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para a Agenda 2030.

Mesmo o Brasil tendo legislações voltadas para as mulheres, crianças e adolescentes, há uma lacuna que tem sido muito discutida por autoridades e órgãos não governamentais que trata, exclusivamente, sobre os direitos das meninas.

A UNICEF vem trabalhando constantemente para promover iniciativas que diminuam a desigualdade existente e ampliem os direitos garantidos às meninas e adolescentes.

Sabemos que o caminho para a igualdade de gênero começa na infância, educando meninos e meninas sobre respeito e espaço de cada ser humano na sociedade.

Veja os principais problemas que afetam meninas e adolescentes e que impedem a igualdade de gênero:

  • Trabalho doméstico
    Segundo uma pesquisa da Plan International, realizada com 1,7 mil meninas de 6 a 14 anos, mais de 65% delas são responsáveis por limpar a casa enquanto apenas 11,4% dos seus irmãos homens se envolvem neste trabalho.
  • Gravidez na adolescência
    1 em cada 7 bebês brasileiros é de mãe adolescente, segundo dados do SIDRA (2019). A gestação precoce, que acontece entre 10 e 20 anos de idade, pode trazer diversas consequências físicas, psicológicas e sociais para a criança.
  • Casamento infantil
    Dados da Unicef mostram que o Brasil ocupa a quarta posição no ranking mundial de casamento infantil de meninas. Ou seja, mais de 36% das uniões são com meninas menores de 18 anos. Essa realidade surge como consequência dos problemas citados anteriormente como trabalho doméstico, evasão escolar e gravidez precoce.
  • Violência sexual
    Um dos problemas mais preocupantes que afetam as meninas é a violência sexual. Em torno de 76% dos casos de violência sexual são cometidos contra crianças e adolescentes do gênero feminino de até 17 anos, no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Para enfrentarmos esses problemas, precisamos da conscientização e participação de toda sociedade.

 


NÃO PRECISA SER MULHER PARA APOIAR...

 

 

 

NÃO PRECISA SER MULHER PARA APOIAR...

Atitudes que podem ajudar os homens a melhorar no dia a dia para serem mais conscientes

 

Hoje o papo é com os homens!

O movimento feminista compreende a luta pela igualdade e justiça, entendendo que mulheres ainda não possuem os mesmos espaços e tratamentos que os homens na sociedade, no trabalho, na política e, até mesmo, dentro de casa.

E a vontade de querer fazer algo para mudar isso, em busca de um mundo mais justo, já é um passo em direção ao feminismo. Por isso, ele não é só para as mulheres, mas para todos aqueles que entendem que para se ter igualdade é preciso mudar comportamentos, afinal nós compartilhamos o mesmo mundo.

Assim como vocês, nós também somos livres.​

Se você, homem, quer apoiar isso, separamos abaixo algumas ações que podem ajudar:

  • Não se trata de “ajudar” em casa, mas de dividir responsabilidades;
  • Valorize negócios e carreiras femininas. Compre de mulheres, promova o trabalho delas e reconheça suas habilidades;
  • Cuidado com expressões machistas ou que desonrem a capacidade, identidade ou imagem de uma mulher;
  • A mudança começa em casa, por isso ensine e incentive seus filhos a respeitarem as mulheres;
  • Cantada e xaveco, não! Use palavras e adjetivos que valorizem as mulheres e não que as diminuam.
  • Não questione nem imponha o que uma mulher deve vestir, falar ou com quem deve andar.

 


HOME OFFICE COM CRIANÇAS

 

INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA

 

HOME OFFICE COM CRIANÇAS

É possível fazer Home Office com crianças?

Se tem algo que deve ser muito valorizado e admirado nas mulheres que exercem papéis de mães e profissionais é a dedicação extraordinária em conciliar o home oce e a rotina das crianças em casa.

Durante o período mais rigoroso de isolamento social, muitas de nós precisaram ser professoras e auxiliar os filhos com as aulas remotas, além de cumprir com todos os compromissos profissionais.

Sem dúvidas, o que antes trabalhar em casa com horários flexíveis parecia um sonho, foi se tornando um pesadelo para muitas mulheres que se sentiram sobrecarregadas com as múltiplas jornadas.

Além disso, especialistas afirmam que as intensas atividades no mesmo ambiente geram uma falsa sensação de super aproveitamento do tempo.

E quem nunca achou que aproveitar o horário do almoço para lavar uma louça, pagar uma conta, por exemplo, era uma boa ideia?

Assim como as crianças precisam dessa separação entre a sua casa e o ambiente escolar, nós profissionais, também precisamos dessas pequenas pausas para tomar um café e só relaxar a mente.

Para quem aderiu ao home office e preferiu manter as crianças estudando em casa, é fundamental que os horários e espaços estejam bem estabelecidos.

Conhece alguém que merece essa dica? Compartilhe.

INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA

A independência financeira e o empoderamento feminino

A independência financeira ainda é um sonho para muitas mulheres. Conquistar o seu próprio dinheiro, seja por meio de um emprego com carteira assinada ou por um negócio próprio, é sinônimo de liberdade e autonomia.

Mas o que o empoderamento feminino tem a ver com a independência financeira? Infelizmente, a desigualdade de gênero ainda é grande no Brasil, dificultando ainda mais a trajetória profissional para elas.

Mesmo representando 48,7% do mercado empreendedor no país, de acordo com a Global Entrepreneurship Monitor, as mulheres ainda precisam lidar com diversos desafios para conseguir ter sucesso profissional. Maternidade, tripla jornada, falta de apoio da família ou do parceiro, são alguns deles, sem contar os estigmas sofridos na sociedade só por ser mulher.

O apoio mútuo entre as mulheres, assim como as redes de apoio voltada para elas, são essenciais para que as profissionais e empreendedoras consigam alavancar suas carreiras. Neste sentido, o Ame-se oferece capacitação e formação continuada com foco no fortalecimento da participação das mulheres na economia e geração de renda.

Aqui, em nosso portal você vai encontrar conteúdos e interações com profissionais especialistas em desenvolvimento humano, além de palestras virtuais com temas de interesse profissional.

Quer saber mais? Basta navegar pelas seções do Ame-se.

 


DIA DO EMPREENDEDORISMO FEMININO

 

DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO...

 

DIA DO EMPREENDEDORISMO FEMININO

Importância do empreendedorismo feminino

Nos últimos anos, o Brasil conquistou grandes evoluções no mercado de trabalho feminino. Na bolsa de valores, por exemplo, a presença feminina cresceu 118%, em 2020, chegando a 847 mil investidoras, totalizando 26% do público total.

Mas quando o assunto é cargo de liderança, os números revelam que o caminho ainda é cheio de obstáculos para as mulheres.

Antes da pandemia, as brasileiras representavam 37,4% dos cargos gerenciais no Brasil, de acordo com o IBGE. Já em 2020, a participação delas diminuiu para 34% de ocupação dos cargos de liderança sênior nas empresas, segundo o estudo da International Business Report da Grant Thornton.

O impacto da crise no mercado de trabalho formal também afetou o ambiente empreendedor feminino.

Dados divulgados pelo Sebrae mostram que cerca de 10 milhões de microempreendedores individuais que encerraram suas atividades em 2020, 70% deles eram mulheres.

Foi também para auxiliar as gestoras de empresas, que surgiu o Ame-se: um portal dedicado com cursos e palestras sobre empreendedorismo e com orientações sobre direitos no trabalho e igualdade de gênero.

DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO...

A violência tem diversas formas

A violência contra a mulher pode acontecer de diversas formas e não está restrita apenas à sexual ou a física, como muitos imaginam.

Manipulação, humilhação, chantagens e, até mesmo, controle financeiro e privação de bens são consideradas formas de agressão, de acordo com a Lei Maria da Penha, Capítulo II, art. 7°, incisos de I a V.

Em muitos casos, a violência contra a mulher começa com condutas morais e verbais, passando para ataques psicológicos e patrimoniais até chegar aos casos mais graves de agressão sexual, espancamento e feminicídio.

Não negligencie os fatos! Se você estiver passando por alguma dessas situações, procure ajuda. Violência doméstica é crime e pode levar à morte.

Reconheça: cinco formas de violência contra a mulher

Violência física

  • Apertar os braços
  • Tapear
  • Empurrar ou sacudir
  • Espancar - Atirar objetos
  • Ferir com queimaduras ou armas de fogo

Violência psicológica

  • Chantagens
  • Manipulação
  • Humilhação ou constrangimento
  • Insultos ou ameaças
  • Limitar o direito de ir e vir
  • Vigilância constante

Violência sexual

  • Impedir uso de métodos contraceptivos
  • Obrigar atos sexuais não desejados pela mulher
  • Forçar a mulher ao aborto
  • Forçar matrimônio, gravidez ou prostituição
  • Estupro

Violência patrimonial

  • Controle financeiro da mulher
  • Destruir bens ou documentos pessoais
  • Privação de bens, valores ou recursos econômicos
  • Estelionato

Violência moral

  • Calúnias
  • Xingamentos que ofendam a índole da mulher
  • Desvalorizar a vítima pelo modo de se vestir
  • Atos de difamação como acusar traição ou expor vida intima
  • Praticar injúria

Saiba mais em: https://www.institutomariadapenha.org.br/

 


20211029 - Sororidade

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20211027 - Mulher empreendedora e protagonista

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20211022 - Conheça o Ame-se - 2

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Conheça o Ame-se

 

20211021 -  Apaixone-se por si mesma

21/10/2021
Apaixone-se por si mesma

20211020 - Mulheres na Ciência

20/10/2021
Mulheres na Ciência

20211019 - Desafios pós-pandemia

19/10/2021
Desafios pós-pandemia

20211018 - Sindrome da Impostora

18/10/2021
Sindrome da Impostora

 

20211015 - Dia da Mulher Rural

15/10/2021
Dia da Mulher Rural

20211015 - Dia dos Professores

15/10/2021
Dia dos Professores

20211014 - Conheça o Ame-se

14/10/2021
Conheça o Ame-se